A situação de Cauly segue em evidência nos bastidores do Bahia. Após o triunfo sobre o Porto, o técnico Rogério Ceni comentou publicamente sobre o momento do camisa 8, que ficou fora da estreia do Tricolor no Campeonato Brasileiro e também não atuou no Baianão com a equipe alternativa.
Apesar de deixar claro o carinho pelo jogador e o desejo de mantê-lo no elenco, o treinador foi direto ao apontar o que espera do meia para a sequência da temporada: mais competitividade e entrega dentro de campo.
Segundo Ceni, o clube tem dado total suporte ao atleta, especialmente no aspecto físico, além de buscar ajudá-lo a recuperar confiança e motivação. No entanto, o comandante ressaltou que apenas a qualidade técnica não é suficiente para garantir espaço na equipe.
— O Cauly tem altíssima qualidade e sabemos que existe interesse do mercado. Ele treinou mais essa semana, e a gente espera um Cauly mais competitivo, feliz e alegre para jogar. Eu gosto muito dele, investi muito tempo tentando ajudá-lo. A minha torcida é para que ele fique, é um jogador importante para nós — afirmou o treinador.
Investimento, carinho e cobrança

Ceni relembrou o quanto apostou no futebol de Cauly desde sua chegada ao clube, inclusive adaptando o esquema tático para potencializar o desempenho do meia em temporadas anteriores. Ainda assim, reforçou que o momento exige uma postura mais intensa, principalmente sem a bola.
Enquanto as definições sobre o futuro do atleta não acontecem, Cauly segue cumprindo um cronograma específico de treinamentos. O técnico explicou que o trabalho atual tem foco especial na parte física, mas voltou a destacar a necessidade de maior competitividade para que o jogador volte a estar entre as opções.
— O que eu gostaria é que o Cauly ficasse, evoluísse mais, competisse mais e pudesse estar nos jogos. Estamos tentando ajudá-lo de todas as formas. O desejo é que ele fique e ajude o Bahia — completou.
A cobrança pública de Ceni ocorre em um momento em que o próprio treinador já havia destacado a dificuldade de escalar atletas que não apresentam o nível de combatividade exigido, deixando claro que esse será um critério decisivo ao longo da temporada.


Existem bons jogadores que enfrentam críticas com mais dedicação em campo, ao contrário dos que se abatem reagindo de modo “negativo”… se distanciando do problema.
Simples assim!