Presidente do Fortaleza avalia mudança de mando de campo contra o Bahia: “Prejuízo enorme”

Redação
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Foto: Reprodução

Após o novo decreto para o estado do Ceará anunciado pelo Governador Camilo Santana, os jogos de futebol no Estado do Ceará poderão ocorrer apenas até as 20h.

Entre as medidas para conter a infecção por Covid-19, foi implementado um toque de recolher em todo o Ceará, todos os dias, das 22h às 5h. Portanto, o duelo entre Fortaleza e Bahia deste sábado (20), pela 37ª rodada da Série A do Brasileirão, marcado para começar às 21h, na Arena Castelão, deverá ser deslocado para iniciar, no máximo, às 18h, para respeitar os detalhes do decreto.

O presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, comenta sobre a possibilidade.

– Antes de começar o campeonato da Série A, os clubes se comprometeram e assinaram um documento de que iriam jogar a competição independentemente se teria condição na cidade em que a equipe manda os jogos. A CBF realizou 2.240 jogos durante a pandemia. Todos os jogos aconteceram normalmente. Futebol é um ambiente testado. Não traz risco nenhum à sociedade. Dessa forma, a CBF não vai mudar o horário nem o dia do jogo. Se não conseguirmos a liberação local, teríamos que mandar a partida em outro estado. O que seria um prejuízo enorme ao Fortaleza – afirmou, em entrevista à Rádio Verdes Mares.

Neste Campeonato Brasileiro, o Coritiba foi rebaixado e se juntou ao Botafogo. O Goiás reduziu novamente o risco de queda, agora de 93% para 82%. O Vasco aumentou esse risco, indo de 50% para 73%. O Bahia vem logo atrás, com 39%.

O Fortaleza ainda está ameaçado, com 5%. O Sport ainda não está matematicamente livre, mas tem só 1% de risco.

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