O empate por 1 a 1 entre o Bahia e a Juazeirense, neste domingo, pela sétima rodada do Campeonato Baiano, foi marcado por calor intenso, polêmicas de arbitragem e fortes críticas do técnico Rogério Ceni. Após o apito final no Estádio Adauto Moraes, o treinador não poupou palavras ao avaliar o estado do gramado e a condução da partida.
Em entrevista coletiva, Ceni ironizou as condições do campo ao classificá-lo como inadequado para a prática do futebol profissional. “Nem sei se posso considerar isso um jogo. É campo de condomínio, mais uma pelada do que futebol”, disparou.
Dentro de campo, o Tricolor saiu na frente com Everaldo, em cobrança de pênalti, na reestreia do atacante. A Juazeirense buscou o empate também em penalidade máxima, convertida por Adaílton Bravo. Apesar do resultado, o treinador destacou que o desempenho técnico ficou comprometido.
“De positivo fica apenas o fato de não termos perdido. Mantemos a invencibilidade, mas falar de jogo é difícil. O campo não permite troca de passes, não permite técnica. A bola quica, sobe, bate na canela. Não é futebol”, afirmou.
Ceni ainda comparou o gramado de Juazeiro com o da Arena Fonte Nova, que havia sido criticado pelo treinador após o empate com o Fluminense. “A Fonte Nova é um paraíso perto disso aqui. Se você tenta sair jogando, perde a bola. São muitos buracos. Já são três anos jogando aqui e nada muda”, completou.
Polêmica de arbitragem
O duelo ainda reservou confusão nos acréscimos do segundo tempo. O árbitro chegou a marcar pênalti por toque de mão de Gabriel Xavier, mas após conversa com os auxiliares, voltou atrás ao constatar que a bola havia atingido o rosto do zagueiro. Durante a reclamação, Ceni recebeu cartão amarelo.
“É impressionante a convicção com que o pênalti foi marcado. Aí você vai reclamar pela verdade e leva cartão. Parece que veio uma voz do além avisar que a bola bateu no rosto”, ironizou o treinador.
Mesmo com o tropeço, o Bahia já tem a liderança e a classificação asseguradas no Campeonato Baiano. O Tricolor ainda enfrenta o Jacuipense na última rodada da primeira fase, no dia 14 de fevereiro, em Salvador.
Antes disso, a equipe volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro, onde encara o Vasco, nesta quarta-feira, às 21h30, em São Januário.
Ao encerrar, Ceni reforçou a importância da sequência sem derrotas. “São nove jogos de invencibilidade. Isso precisa servir de combustível. O jogo contra o Vasco será duríssimo, precisamos competir”, concluiu.
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